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A partir do segundo trimestre de gestação, ocorre o aumento dos fatores de coagulação, da agregação plaquetária, do fibrinogênio e a redução da fibrinólise, favorecendo o chamado estado de hipercoagulabilidade materna, além de aumento da estase venosa do plexo uterino e membros inferiores. Sobre a temática, assinale a alternativa INCORRETA.
A clínica de Tromboembolismo Pulmonar pode ser de difícil reconhecimento, visto que sintomas e sinais de dispneia e taquicardia podem estar presentes na gestação normal.
O Eletrocardiograma pode evidenciar taquicardia sinusal ou sinais de sobrecarga de ventrículo direito.
Em gestantes com suspeita de Tromboembolismo Pulmonar, a presença de sinais de Tromboembolismo Venoso Periférico de membros inferiores, confirmados com ultrassonografia, não é suficiente para se introduzir terapêutica anticoagulante, sem necessidade de prosseguir com investigação diagnóstica.
A trombólise em gestantes com Tromboembolismo Pulmonar deve ser realizada na presença de hipotensão grave ou choques secundários.
Em gestantes com Tromboembolismo Pulmonar, recomenda-se tempo mínimo total de anticoagulação entre 3 a 6 meses, sendo obrigatória sua manutenção durante as seis primeiras semanas do puerpério.