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Você é um profissional do SAMU do interior, está de plantão, e às 3 horas da madrugada recebe um chamado para socorrer uma vítima de queda em residência. Chegando ao local, você aborda a vítima que se apresenta sem resposta e com um sangramento pequeno na cabeça e pelo nariz. Ao ver a vítima, seu parceiro se desespera e fala para você que vocês devem removê-la logo, antes que ela morra. Você não soube controlar a situação e acabou cedendo. Chegaram na unidade 24 horas da cidade, que também é UBSF onde trabalham, e não havia vaga. Como não houve comunicação prévia, pediram para aguardar até resolverem o encaminhamento da vítima. Durante a espera, a vítima retoma a consciência e vocês percebem que o sangramento é pequeno, que ela é diabética, porém teve uma crise de hipoglicemia, desmaiou, caiu e bateu a cabeça e o rosto, mas aparentemente está tudo bem, vocês tentam argumentar na unidade 24 horas para que ela possa ser atendida ali mesmo.
Com base no caso, responda às próximas cinco questões.
Qual sua argumentação para que essa vítima, após o retorno da consciência, fosse atendida naquela unidade 24 horas?
Pacientes com quadros crônicos agudizados da sua área de cobertura ou adstrição de clientela, cuja complexidade seja compatível com este nível de assistência, devem ser acolhidos em seu município.
Pacientes que sofrerem qualquer tipo de trauma devem ser acolhidos pela unidade da cidade onde habitam exclusivamente.
Paciente em situação de extrema urgência deve ser acolhida como vermelha.
O paciente só pode ser encaminhado para outro município após ser atendido no município em que reside.