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Para que um paciente idoso possa ser submetido à circulação extracorpórea de forma segura e adequada, o perfusionista precisa planejar, conduzir e corrigir a perfusão visando atender as peculiaridades fisiológicas deste tipo de paciente. Nesse contexto, assinale a alternativa INCORRETA.
O preparo da CEC não difere significativamente da perfusão para os adultos em geral, porém, como o idoso se caracteriza pela reserva orgânica reduzida, necessita de maior estabilidade durante a perfusão.
As peculiaridades dos pacientes idosos incluem maior pressão sistólica, devido a maior rigidez das artérias, redução do fluxo sanguíneo cerebral e menor consumo de oxigênio pelos tecidos.
Devido a maior incidência de complicações neurológicas por microembolia, recomenda-se sempre a utilização do filtro da linha arterial.
Outras recomendações incluem manter a pressão arterial média em níveis inferiores a 60 mmHg em todas as etapas da perfusão; o hematócrito entre 20% e 25% e uma pressão oncótica normal, que é obtida pela adição de coloides sintéticos, plasma ou albumina, evitando, assim, edema cerebral e pulmonar.
Quanto à temperatura, é preferível a normotermia ou ligeira hipotermia.