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Diariamente, os profissionais de saúde que atuam em assistência hospitalar, especialmente em serviços de emergência, se deparam com pacientes agitados ou agressivos. A agitação pode ser definida como uma atividade motora excessiva associada a uma experiência subjetiva de tensão. Em geral, a admissão de paciente agitado ou agressivo na sala de emergência se dá por meio de terceiros, sejam estes familiares, vizinhos ou pessoas que presenciaram primeiramente este episódio de agitação ou violência, ou ainda por meio de autoridades policiais ou militares do corpo de bombeiros que foram acionadas para controlar a situação fora do ambiente hospitalar. Pacientes agitados e/ou agressivos costumam apresentar baixa capacidade de insight com relação à sua morbidade e juízo crítico da realidade prejudicado. Portanto, esses pacientes podem ter dificuldades em reconhecer que estão doentes e, consequentemente, podem não reconhecer a necessidade de ajuda externa (MONTOVANI, ET.AL, 2010). Frente estas afirmativas, assinale a alternativa que corresponde a diretrizes de manejo atitudinal de pacientes agitados ou violentos:
Realizar sempre movimentos bruscos, olhar diretamente para o paciente, manter alguma distância física, evitar fazer anotações, apresentar-se e apresentar outros membros da equipe, falar pausadamente mas firme, perguntas claras e diretas, alguma flexibilidade na condução da entrevista, mas sem barganhas, colocar limites de maneira objetiva, mas acolhedora, não fazer ameaças ou humilhação, não confrontar, estimular o paciente a expressar seus sentimentos em palavras, assegurar ao paciente que você pretende ajuda-lo a controlar seus impulsos.
Evitar movimentos bruscos, olhar diretamente para o paciente, manter alguma distância física, evitar fazer anotações, apresentar-se e apresentar outros membros da equipe, falar pausadamente mas firme, perguntas claras e diretas, alguma flexibilidade na condução da entrevista, mas sem barganhas, colocar limites de maneira objetiva, mas acolhedora, não fazer ameaças ou humilhação, não confrontar, estimular o paciente a expressar seus sentimentos em palavras, assegurar ao paciente que você pretende ajuda-lo a controlar seus impulsos.
Evitar movimentos bruscos, não olhar diretamente para o paciente, manter alguma distância física, evitar fazer anotações, apresentar-se e apresentar outros membros da equipe, falar calmamente mas firme, perguntas claras e diretas, alguma flexibilidade na condução da entrevista, mas sem barganhas, colocar limites de maneira objetiva, mas acolhedora, não fazer ameaças ou humilhação, não confrontar, estimular o paciente a expressar seus sentimentos em palavras, assegurar ao paciente que você pretende ajuda-lo a controlar seus impulsos.
Evitar movimentos bruscos, olhar diretamente para o paciente, manter alguma distância física, evitar fazer anotações, apresentar-se e apresentar outros membros da equipe, falar pausadamente mas firme, perguntas claras e diretas, alguma flexibilidade na condução da entrevista, mas sem barganhas, colocar limites de maneira objetiva, mas acolhedora, fazer ameaças ou humilhação, confrontar, estimular o paciente a expressar seus sentimentos em palavras, assegurar ao paciente que você pretende ajuda-lo a controlar seus impulsos.