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Paciente, 50 anos, sexo masculino, internado há 04 dias na unidade de terapia intensiva, após complicações no pós-operatório imediato de revascularização miocárdica, evolui com estado geral grave. Hemodinamicamente instável, em uso de droga vasoativa (Noradrenalina à 25ml/h), sedado, sob ventilação mecânica por tubo orotraqueal, em anasarca e anúrico, o exame laboratorial que mais chama a atenção é o coagulograma, que evidencia alargamento de Tempo de Protrombina (TP) e de Tromboplastina Parcial Ativa (TTPa). Devido à instalação do quadro de insuficiência renal aguda, foi submetido à terapia hemodialítica, na modalidade “Diálise Sustentada de Baixa Eficiência” (SLED), por cateter de duplo-lúmen em veia femural direita. Essa modalidade de diálise é mais adequada ao paciente, pois
ultrafiltra maior quantidade de proteínas ligadas a solutos de alto peso molecular, provoca menos instabilidade hemodinâmica e necessita de menos dialisato.
promove maior remoção de ureia e creatinina, ultrafiltra maior volume de líquido em menos tempo, e o filtro diferenciado retira grande quantidade de toxinas.
depura grande quantidade de moléculas maiores, provoca menos hipoglicemia e diminui o risco de trombocitopenia e sangramento por requerer menos heparina.
oferece maior clearence de pequenas moléculas, provoca menos instabilidade hemodinâmica e diminui o risco de sangramento por requerer menos heparina.