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Sra. R.M.V., 52 anos, sexo feminino, em 2° DPO de tratamento cirúrgico de clipagem de Aneurisma, em intubação gastrintestinal (GI), via nasal por motivos de: disfagia, odinofagia, emagrecimento aparente e sonolência. Então, sobre a intubação gastrintestinal (GI) afirma-se:
A Intubação GI pode ser realizada com a finalidade de administrar alimentos, líquidos e medicamentos por meio de sonda, além de verificar o volume residual gástrico evitando complicações funcionais;
A intubação gastrintestinal pode ser realizada com a finalidade de descomprimir o estômago, remover gases e líquidos, diagnosticar distúrbios GI e aspirar o conteúdo GI para análise.
Para confirmar o posicionamento da intubação GI, o enfermeiro deve se basear apenas na ausculta do ar, medição do comprimento do tubo e avaliação da coloração e do volume do conteúdo aspirado;
Caso a paciente apresente volume residual de 560 ml, associado a sintomas como náusea e dor abdominal, o enfermeiro deve devolver todo o resíduo aspirado e mantê-lo em decúbito lateral esquerdo para promover o esvaziamento gástrico;
O volume residual gástrico é determinado após a infusão intermitente da fórmula nutricional e a cada 4 horas durante a infusão contínua e qualquer líquido aspirado é readministrado no paciente para prevenir perda de líquidos, eletrólitos, nutrientes e medicamentos que possam ser administrados por via enteral.