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Segundo Smeltzer and Bare (2014), a Síndrome Coronariana Aguda é uma situação de emergência, caracterizada pelo início agudo de isquemia miocárdica, que pode resultar em morte do miocárdio se não forem realizadas intervenções definitivas. As metas da terapia clínica consistem em prevenir ou minimizar a morte do tecido miocárdico e evitar as complicações. Sobre o atendimento ao paciente, a intervenção adequada é
obter um registro de Eletrocardiograma de 12 derivações durante os eventos sintomáticos para avaliar a isquemia. Deve ser realizado de forma precoce, dentro dos primeiros 10 minutos de atendimento.
providenciar a coleta dos marcadores cardíacos, que incluem a mioglobina, CK-BB e a troponina. Esses exames se baseiam na liberação do conteúdo celular na circulação quando as células miocárdicas morrem.
manter repouso no leito com a cabeceira elevada, realizar monitorização cardíaca, puncionar acesso venoso calibroso para reposição volêmica e cateterismo vesical para controle do débito urinário.
avaliar sinais vitais e sintomas, administrar oxigênio suplementar e terapia medicamentosa, dentre eles, trombolíticos, vasoconstritores e analgésicos, conforme prescrição.
monitorar rigorosamente a pressão arterial por meio de monitorização invasiva e encaminhar ao centro cirúrgico para cirurgia de revascularização do miocárdio.