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As anotações de enfermagem, quando sistematizadas, contribuem para a redução do tempo que seria utilizado com informações difusas. Em decorrência deste fato, a assistência de enfermagem na Sala de Recuperação Pós Anestésica (SRPA) se torna eficiente, além de possibilitar uma avaliação racionalizada das condições físicas do paciente, podendo ser adotada de forma sistemática. Neste contexto, a alternativa INCORRETA é:
Período compreendido entre a interrupção da administração de anestésicos e o retorno das condições basais do paciente. Esse espaço de tempo é avaliado pela monitorização das funções vitais do paciente, associado ou não aos exames subsidiários, incluindo, naturalmente, o diagnóstico e o tratamento de complicações.
O intervalo da RPA se processa em três fases: Imediata - onde o paciente apresenta retorno da consciência e a presença de reflexos das vias aéreas superiores, além da movimentação; intermediária: ocorre com o regularidade das funções motora e sensorial; e tardia: ocorre o restabelecimento da coordenação motora e atividade sensorial.
Pela vulnerabilidade em que os pacientes se encontram na fase de RPA e pelas intercorrências serem comuns e frequentes, há necessidade de registros claros e fidedignos, que retratem o quadro clínico real do paciente, com enfoque na avaliação dos sistemas fisiológicos afetados pelo procedimento anestésico cirúrgico.
A documentação e os registros entre os membros da equipe de saúde na SRPA, promovem a continuidade da assistência, refletem o plano de cuidados e servem como um registro legal do cuidado fornecido.
As anotações e os registros das atividades de enfermagem realizada tem seu aspecto legal e é profissionalmente importante, assim como propicia comunicação clara e colaboração entre os membros da equipe de saúde, assegurando a continuidade do cuidado ao paciente.