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Mulher, 68 anos, sofreu um Acidente Vascular Encefálico (AVE) há quatro meses. Desde então tornou-se acamada e passou a residir com a filha mais velha de 42 anos, identificada como sua principal cuidadora. Durante a visita domiciliar, sua filha contou à enfermeira que, durante as refeições, a mãe estava apresentando tosse e alguns episódios de engasgo. Sobre esse caso clínico e considerando o processo para assistência de enfermagem no domicílio à pessoa acamada, é corretor afirmar que a enfermeira deverá
avaliar a presença de disfagia e orientar a reduzir a quantidade de refeições ao dia, aumentando-se o volume de alimentos, preferindo-se alimentos sólidos e secos.
orientar o aumento da ingesta hídrica, em grandes volumes, os quais poderão ser administrados por meio de canudos de plástico.
avaliar os sinais e sintomas da presença de disfagia, orientando a diminuir os estímulos durante as refeições e a adequar a consistência dos alimentos, preferindo-se os pastosos.
avaliar a presença de diarreia ou constipação e orientar o posicionamento do corpo em decúbito dorsal durante as refeições.
orientar o aumento da ingesta hídrica, em grandes volumes, bem como posicionar o corpo em decúbito ventral.