Dona Maria, 62 anos, portadora de diabetes mellitus tipo II...
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Dona Maria, 62 anos, portadora de diabetes mellitus tipo II...

Dona Maria, 62 anos, portadora de diabetes mellitus tipo II há 10 anos, e há 5 insulinodependente, procurou a unidade de saúde, referindo uma lesão superficial entre o 3º e o 4º metatarso do pé direito. Não soube referir o que ocorreu, informa apenas um leve incômodo para andar. Ao avaliar os pés de Dona Maria, a enfermeira detectou presença de uma lesão, apresentando exsudato serossanguinolento, de volume escasso, sem odores. Na avaliação dos pulsos, detectou presença de pulsos poplíteo e tibial posterior, perfusão periférica diminuída. Não foi verificada presença de calos em ambos os pés, porém a pele encontrava-se ressecada e com a presença de unhas quebradiças. Observou-se, também, após teste com monofilamento 10g, diminuição da sensibilidade tanto nos metatarsos como no hálux. Foi prescrita pela enfermeira a realização de curativo.


Com base nos dados coletados durante a consulta de enfermagem, como podemos classificar a lesão?


A

Úlcera de grau II caracterizada por pele intacta apresentando áreas de persistente hiperemia.


B

Úlcera de grau I caracterizada por perda da pele na sua espessura total.


C

Úlcera de grau III caracterizada por perda da pele na sua espessura total, com extensa destruição ou necrose de músculos, ossos.


D

Úlcera de grau IV caracterizada por perda da pele na sua espessura total, envolvendo danos ou necrose do tecido subcutâneo.


E

Úlcera de grau II caracterizada por perda parcial da pele envolvendo a epiderme e/ou derme.