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A sobrevivência e as morbidades dos recém-nascidos estão intimamente ligadas à manutenção da temperatura corporal, principalmente em recém-nascidos de baixo peso. Sobre o controle térmico da temperatura é CORRETO afirmar que:
Quanto mais imaturo for o recém-nascido, menor a perda de água transepidérmica e, consequentemente, menor perda de calor, sendo que em recém-nascidos prematuros menores que 25 semanas esta perda pode ser 15 vezes maior que a do recém-nascido a termo.
Os recém-nascidos a termo, saudáveis, são capazes de produzir calor por meio da lipólise da gordura marrom e possuem uma quantidade dessa gordura reduzida quando comparados com recém-nascidos prematuros.
A posição canguru ou contato pele a pele favorece a hipotermia e a perda de calor corporal e precisa ser evitada para o recém-nascido prematuro maior que 33 semanas, que deve permanecer na unidade de calor radiante durante toda internação.
Para manter uma temperatura corporal constante, o recém-nascido produz calor, como resultado da atividade metabólica; sendo assim, deve haver um equilíbrio entre a produção endógena de calor e o meio ambiente para que não haja perda de calor e aumento de metabolismo.