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Conforme o protocolo de intervenção para o suporte avançado de vida, ao se realizar avaliação primária do sistema respiratório em paciente com suspeita de trauma, o enfermeiro deve, dentre outras ações, avaliar o posicionamento da traqueia e a presença ou não de turgência jugular, além de
aferir pressão arterial precocemente; considerar a necessidade de ventilação assistida por meio de bolsa-valva-máscara com reservatório, caso a frequência respiratória seja inferior a 15 mrm; verificar pulso e, em casos de pulso radial ausente e pulso central presente, iniciar as manobras do protocolo de choque.
controlar sangramentos externos com compressão direta da lesão e/ou torniquete; avaliar o reenchimento capilar; verificar oximetria e, se SatO2 < 90%, iniciar oxigenoterapia por máscara facial com oxigênio de 2 a 5 L/min.
avaliar a responsividade do paciente e executar simultaneamente a estabilização manual da coluna cervical; manter as vias aéreas pérvias por meio de manobras de abertura das vias aéreas para o trauma; retirar secreções e corpo(s) estranho(s) da cavidade oral e considerar a necessidade do uso de cânula oro ou nasofaríngea.
expor o tórax e avaliar a ventilação; avaliar a simetria na expansão torácica; observar presença de sinais de esforço respiratório ou uso de musculatura acessória; avaliar a presença de lesões abertas ou fechadas no tórax e, em casos de ventilação normal, realizar palpação e ausculta torácica.