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“As síndromes hipertensivas são complicações mais comuns no pré-natal. Elas podem ocorrer em 12 a 22% das gestações e acarretam uma expressiva morbimortalidade materna e fetal. A enfermagem tem um papel fundamental no controle de sinais e sintomas que possam acometer gestantes com essa patologia para evitar complicações, sendo, portanto, o profissional da enfermagem um agente importante no acompanhamento dessas pacientes” (BRASIL, 2010).
Sobre as síndromes hipertensivas na gestação, é correto afirmar que
a pré-eclâmpsia (PE) é classificada em leve e grave, e a gestante é considerada de alto risco quando desencadeia a forma grave da doença.
a Síndrome HELLP caracteriza-se por hemólise, elevação das enzimas hepáticas e plaquetopenia. Em obstetrícia, é considerada um agravamento da pré-eclâmpsia.
poliúria, pressão arterial diastólica igual/maior que 110mmHg, dor epigástrica ou no hipocôndrio direito e plaquetopenia (<100.000/mm3 ) são manifestações da PE grave.
o sulfato de magnésio é a droga de eleição para terapia anticonvulsivante, devendo ser iniciado, imediatamente, o seu uso no diagnóstico da PE, seja na forma leve ou grave.
a eclâmpsia se caracteriza pela presença de convulsões tônico-clônicas, podendo ocorrer a qualquer momento da gestação em gestantes com PE, não ocorrendo no puerpério.