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O envelhecimento progressivo da população aliado ao aumento da prevalência do câncer e de outras doenças crônicas, o avanço tecnológico e o desenvolvimento terapêutico tornaram doenças, antes, mortais em crônicas, aumentando a longevidade dos seus portadores. Nesses cenários surgem os cuidados paliativos (CP) como alternativa de cuidado, para os quais precisamos implantar medidas para melhorarem a oferta de cuidado a esses pacientes e capacitarem profissionais envolvidos. Assinale, então, a alternativa CORRETA.
Segundo o conceito da OMS, o cuidado paliativo deve ocorrer de maneira paralela a partir do diagnóstico e em continuidade ao tratamento modificador da doença.
A urgência e a emergência são cenário importante para o desenvolvimento de ações em cuidados paliativos, tanto pela capacidade de avaliar de forma mais abrangente a situação do paciente, sua família e o contexto social quanto pela atribuição de coordenação do cuidado com os serviços especializados, quando necessário.
Não se trata de um grande desafio para a prática adequada do cuidado paliativo, a boa avaliação do paciente e a identificação de parâmetros que apoiem, de forma clínica, o diagnóstico, pois os CP não envolvem práticas científicas, focando nas questões éticas e sociais do indivíduo.
Para cuidados paliativos em pessoas com câncer, uma escala útil para prognóstico e avaliação da incapacidade é a Escala de Desempenho de Karnofsky, sendo que o seu valor é proporcional às chances de sobrevida da pessoa, ou seja, quanto menor o valor, menor a sobrevida.
Considerando uma rede organizada e disponível para os cuidados em outros pontos, cuidados paliativos podem e devem ser feitos preferencialmente no hospital. A indicação de domicialização deverá ser avaliada em função de objetivos de cuidado de cada caso.