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O enfermeiro da emergência psiquiátrica presta cuidados imediatos de enfermagem ao paciente com transtorno dissociativo. Como podemos conceituar os transtornos dissociativos?
Caracterizam-se pela presença de sintomas ou deficits que afetam funções motoras ou sensoriais, sugerindo uma doença ou disfunção neurológica subjacente que não é confirmada após investigação adequada. Em geral, não há ajuste às vias anatômicas e mecanismos fisiológicos conhecidos. As disfunções não são fruto de simulação ou da produção intencional pelo paciente.
São definidos como episódios de intenso medo ou desconforto devido à alta ativação autonômica, que inclui sintomas como coração acelerado, sensação de desmaio e tontura. Por acreditarem que se trata de um quadro clínico grave, os pacientes frequentemente procuram a emergência hospitalar.
São definidos como uma resposta disfuncional a um determinado estresse psicossocial, no intervalo de três a seis meses do início do estresse, com duração de até seis meses depois de eliminado o fator causativo.
Condição mental grave em que há desorganização da personalidade, deterioração do funcionamento social e perda de contato com a realidade ou sua distorção.
A característica fundamental dos transtornos dissociativos é a dissociação, entendida como uma ruptura na integração de funções mentais que geralmente funcionam associadas, tais como consciência, memória, representação corporal, controle motor, identidade, emoção e percepção do ambiente.