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O cuidado voltado à pessoa com lesões cutâneas é uma das responsabilidades do enfermeiro. Em relação aos tipos de desbridamento de feridas, assinale a alternativa CORRETA:
Desbridamento autolítico: consiste na degradação seletiva dos tecidos desvitalizados por meio de enzimas exógenas, em virtude de um meio úmido adequado, causado pela aplicação de uma cobertura que permita a hidratação da ferida.
Desbridamento mecânico: é o tipo de desbridamento em que se utilizam enzimas endógenas, hidroterapia e irrigação, como também o esfregaço com a gaze.
Desbridamento enzimático (químico): envolve o uso sistêmico de enzimas comercialmente produzidas, como a papaína e a colagenase.
Desbridamento instrumental cirúrgico: realizado pelo médico-cirurgião, quando o comprometimento tecidual abrangegrandes áreas que tenham grau de erosão, tunelização, fistulização, que necessitem de remoção óssea, estejam próximos a órgãos vitais, possam provocar dor intensa, estejam em situação de imunossupressão e sepse, dentre outras complicações graves, como a osteomielite. Conselho Regional de Enfermagem (SP). Parecer N°013/2009, 21/12/2009:
Realização de desbridamento pelo enfermeiro. São Paulo. COREN-SP, 2009. [acesso 23Mar 2018]. Disponível em: http://inter.coren-sp.gov.br/node/230 SANTOS, Isabel Cristina Ramos Vieira; OLIVEIRA, Regina Célia de; SILVA, Mailton Alves da. Desbridamento cirúrgico e a competência legal do enfermeiro. Texto contexto - enferm., Florianópolis , v. 22, n. 1, p. 184-192, Mar. 2013 . Available from . access on 23 Mar. 2018. http://dx.doi.org/10.1590/S0104- 07072013000100022.
Desbridamento instrumental conservador: pode ser realizado em ambulatório ou no leito do paciente, desde que não transponha a fáscia muscular, no entanto enfermeiros, mesmo capacitados, não podem realizá-lo.