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Desde o início do século passado, apresentam-se produções sobre as práticas de clampeamento do cordão umbilical. Sobre o clampeamento do cordão umbilical, é correto afirmar:
O momento ideal para se realizar o clampeamento do cordão umbilical em recém-nascidos de baixo risco é durante o primeiro minuto de vida, evitando complicações como o aumento da hiperbilirrubinemia e/ou policitemia no recém-nascido.
Estudos demonstram que ao se colocar o recém-nascido 50 cm abaixo ou acima do nível do útero materno, logo após o nascimento, ainda ligado ao cordão umbilical, a quantidade e a velocidade de transfusão sanguínea serão aproximadamente idênticas.
As contrações uterinas maternas que acontecem após o nascimento podem desacelerar a velocidade da transfusão placentária ao recém-nascido, motivo pelo qual o momento ideal para o clampeamento do cordão é o segundo minuto de vida.
O clampeamento tardio do cordão não tem demostrado benefícios clínicos nos recém-nascidos, assim essa prática tem-se tornado cada vez menos utilizada.
O momento ideal para o clampeamento do cordão umbilical de todos os recém-nascidos, ativos e reativos, independentemente da sua idade gestacional, é quando a circulação do cordão umbilical cessou, o cordão está achatado e sem pulso, aproximadamente três minutos ou mais após o nascimento.