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Crianças com malformações congênitas que acometem o trato...

Crianças com malformações congênitas que acometem o trato digestivo e/ou com lesões esofágicas corrosivas, após ingestão de cáusticos, frequentemente necessitam de intervenção cirúrgica e uma das alternativas, nesses casos, é a transposição gástrica. São condutas importantes e específicas do pós-operatório de transposição gástrica na unidade de terapia intensiva pediátrica:


A

posição de cabeceira elevada (30-45º), cabeça retificada e fletida, uso de sedação, analgesia e neurobloqueadores musculares, por aproximadamente 4-5 dias, cuidados com fixação de tubo traqueal e sonda gástrica a fim de não permitir o desposicionamento dos mesmos.


B

posição prona, imobilização no leito, utilização de sedação, analgesia e neurobloqueador muscular por uma semana, mensuração de perímetro abdominal, verificação de sinais vitais e controle hídrico rigoroso.


C

posição de trendelenburg, dieta zero, aspiração traqueal, curativo de esogagostomia, sondagem gástrica em caso de distensão abdominal importante.


D

posição fowler, controle de sinais vitais de 3/3 horas, aspiração traqueal, troca de sonda gástrica a cada 72 horas, controle de resíduo gástrico, mensuração de perímetro abdominal e trocas de curativo cirúrgico.


E

decúbito lateral direito, administração de antieméticos, trocas de curativo de esofagostomia, gastrostomia e cirúrgico, aspiração de tubo traqueal e esofagostomia, controle de infusão de gotejamento da dieta por bomba infusora.