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Para responder às questões de 26 a 30, considere o excerto a seguir.
M.A.F.S., sexo feminino, 30 anos de idade, natural de Natal/RN e residente no bairro de Nazaré, procurou a unidade básica de saúde do bairro com história de “febre alta e dor no corpo”, há dois dias. A hipertermia relatada não foi aferida. Refere ainda calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas, diarreia e febre alta, sendo esses últimos sintomas persistentes nos últimos sete dias. Ao exame físico, não foram constatadas alterações. A sorologia para dengue foi realizada após o 6º dia da febre, o IgM foi positivo, e o IgG foi negativo. A paciente evoluiu com cefaleia intensa, náuseas, prostração e exantema pruriginoso pelo corpo. Apresentou prova do laço positiva e metrorragia abundante. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: 3.870 de leucócitos, 38.000 de plaquetas, VSH 40, AST 344 e ALT 316. |
Após a classificação clínica do caso definida pelo resultado da PL e da evolução dos sinais e sintomas, a paciente passa a ter uma nova classificação de risco da dengue. Nesse caso, entre outros cuidados e considerando a Rede de Atenção a Saúde, a paciente deverá ser
liberada para domicílio com orientações em relação à hidratação oral rigorosa.
internada em leito de terapia intermediária ou intensiva por, no mínimo, 24 horas.
hidratada por via oral, de maneira supervisionada, preferencialmente, na unidade de saúde.
internada em leito de internação até estabilização, por, no mínimo, 48 horas.