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São inegáveis os avanços alcançados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), os quais repercutiram de forma muito importante sobre os níveis de saúde da população e na gestão deste Sistema. A expansão da atenção básica, a eliminação e controle de doenças de grande impacto sobre a saúde da população, a redução da mortalidade infantil são exemplos que atestam as conquistas já registradas. Entre tais conquistas, a Atenção Básica vem ocupando cada vez mais centralidade no SUS, com a proposta tanto de constituir-se em ordenadora dos sistemas loco-regionais de saúde quanto como eixo estruturante de muitos programas e projetos no âmbito federal. Com a aproximação da equipe de saúde do contexto de vida das famílias, a visita domiciliar torna-se um instrumento importante para a troca de informações vinculadas às necessidades particulares de cada indivíduo, favorecendo, assim, atividades educativas e mais humanizadas. Em todas as visitas domiciliares, é fundamental que o profissional de saúde saiba identificar sinais de perigo à saúde da criança. As crianças com menos de 2 meses podem adoecer e morrer em um curto espaço de tempo. São sinais que indicam a necessidade de encaminhamento da criança na idade supracitada ao serviço de referência com urgência, exceto:
frequência cardíaca abaixo de 100 bpm.
fontanela reprimida.
icterícia visível abaixo do umbigo ou nas primeiras 24 horas de vida.
irritabilidade ou dor à manipulação.
batimento de asas do nariz.