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Em 2009, a ANVISA preconizou um “pacote de medidas” baseado na campanha “Protecting 5 Million Lives”, a fim de prevenir a infecção da corrente sanguínea associada a presença de dispositivos venosos. Essas medidas incluem, além da higienização das mãos, das precauções máximas de barreira na passagem do cateter e da pronta remoção dos cateteres desnecessários, a
assepsia dos dispositivos venosos com clorexidina degermante e escolha do sítio de inserção adequado, com preferência para a veia jugular.
reavaliação diária, troca periódica do cateter que não ultrapasse 72 horas, utilização de cateteres tunelizados.
antissepsia com clorexidina, escolha do sítio de inserção adequado, com preferência para a veia subclávia nos casos de cateteres não tunelizados.
reavaliação diária, utilização de cateteres não tunelizados e cultura de material peri inserção e inserção do cateter a cada 7 dias.
utilização de cateteres tunelizados, antissepsia com clorexidina alcoólica e reavaliação diária.