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Para responder às questões de números 37 e 38, considere o relato a seguir.
Encaminhada pelo médico devido a introdução da insulina para o controle da glicemia, A.T., 68 anos, sexo feminino, portadora de diabete melito tipo 2 há 14 anos, compareceu à Unidade de Saúde da Família – USF, para consulta de enfermagem. Durante o atendimento, o enfermeiro foi informado pela filha da usuária que a dieta estava sendo seguida conforme orientação recebida, mas estavam com dificuldades e dúvidas na administração da insulina em relação a sua conservação e aplicação. Ao realizar o exame dos pés da usuária, constatou perda de sensibilidade protetora dos pés, presença de dedos em martelo em ambos os pés e calosidade plantar e, face as alterações observadas, atribuiu o grau de risco 2 para a ocorrência de feridas. Finalizando a consulta, entre outros cuidados, o enfermeiro explicou as alterações identificadas ao exame dos pés, os cuidados a serem adotados e orientou a conservação adequada e cuidados a serem observados na aplicação da insulina.
Ao orientar A.T. e sua filha sobre a conservação e aplicação da insulina, o enfermeiro deve esclarecer que
a insulina em uso deve ser retirada da geladeira imediatamente antes da aplicação, para evitar perda na sua potência.
os frascos de insulina lacrados devem ser mantidos em temperatura ambiente até que seja iniciada sua utilização, quando necessitam ser conservados em geladeira.
após a higienização do local de aplicação da insulina com álcool 70%, a aplicação deve ser realizada enquanto a pele ainda está úmida.
a temperatura ambiente elevada e o banho quente são fatores que não interferem na velocidade de absorção da insulina.
a realização incorreta ou a não realização de rodízio nos locais de aplicação da insulina e o reuso de agulhas são fatores de risco para a ocorrência de lipo-hipertrofia.