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H.M.S., 58 anos, sexo masculino, caminhoneiro, obeso. Deu entrada no Hospital Menino Jesus, apresentando tosse com início há 5 dias. Evolui com anosmia, disgeusia e diarreia. Hoje, teve episódio de dispneia. Coletado PCR para COVID (SARS-CoV-19), Dímero D. Realizou-se a notificação via formulário pelo e SUS VE https://notifica.saude.gov.br/.
Alergias: Nega
EF: bom estado geral; corado, hidratado, eupneico, acianótico, anictérico, afebril, PA: 160/87 mmHg; FC 80 BPM; Sat O2: 94%. T: 37,3º C.
AR: MV +; sem RA.
TC Tórax: Opacidades pulmonares em vidro fosco difusas e bilaterais, algumas periféricas.
O exame laboratorial com resultado positivo ficou pronto em 48 horas, entretanto, imediatamente a sua entrada na instituição hospitalar o paciente foi conduzido de acordo com os protocolos referentes aos pacientes infectados pela COVID-19.
Com base no histórico de H.M.S., é incorreto afirmar:
É imperativo o treinamento das equipes de enfermagem que atuam em todas as alas dos hospitais para atendimento aos pacientes críticos.
Em pacientes com diagnóstico de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), a posição prona é contraindicada em qualquer circunstância.
O Dímero D é um produto de degradação da fibrina e sua dosagem tem sido utilizada na avaliação laboratorial auxiliar da COVID-19.
Infiltrados bilaterais em exames de imagem do tórax, aumento da proteína C-reativa e linfopenia evidenciada em hemograma são as alterações mais comuns.