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A técnica de fístula arteriovenosa foi desenvolvida em 1966 em um esforço para fornecer acesso prolongado para a hemodiálise. Sendo assim, dentre as intervenções de enfermagem para o paciente com este tipo de acesso para diálise, assinale a alternativa INCORRETA.
Não verificar pressão arterial nem coletar sangue a partir do membro com o acesso.
O sopro e a palpação do frêmito deve ser realizada a cada 8h.
Manter contenções, do tipo manguitos, no braço do acesso para preservar o funcionamento da fístula.
Verificar a permeabilidade com maior frequência quando os pacientes estiverem hipotensos, pela predisposição à coagulação.
No caso de sangramento pós-diálise a partir do sítio da agulha, a enfermeira deve aplicar apenas a pressão suficiente para estancar o fluxo de sangue, mantendo-a até que o sangramento cesse.