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A cetoacidose diabética (CAD) é destacada como uma das complicações agudas do diabetes melito I (DM I), sendo responsável por cerca de 70% das mortes de crianças menores de 10 anos com a doença.
Um enfermeiro realiza a admissão na emergência, de uma criança do sexo feminino, com 4 anos e 9 meses, previamente hígida, sem imunizações em atraso. Apresenta alteração do nível de consciência, respiração rápida e profunda, mucosa oral desidratada e turgor cutâneo diminuído. A mãe informa que observou no último mês que a criança apresentou aumento da fome e da sede e do volume urinário, inclusive com dois episódios de enurese recentes. Não relata ganho de peso no período. Nas últimas 12 horas, a criança se queixou de dor abdominal, não aceitou o jantar e apresentou episódios de náuseas e vômitos, além de fraqueza. Esta manhã notou que a criança estava com a respiração alterada, o hálito com odor de acetona e dificuldade em acordar, o que motivou a busca pelo atendimento no hospital. Após avaliação médica e exames complementares, a criança recebeu diagnóstico médico de CAD, secundária a DM I.
A CAD é uma situação potencialmente fatal, que se caracteriza por:
Hiperglicemia, acidose metabólica, cetonemia e cetonúria.
Hiperglicemia, acidose respiratória, poliúria e cetonuria.
Hiperglicemia, alcalose metabólica, poliúria e cetonemia.
Hiperglicemia, alcalose respiratória, cetonemia e polidipsia.
Hiperglicemia, polidipsia, poliúria e enurese.