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J.K., 26 anos, primigesta, 27ª semana de gravidez, chega ao acolhimento da unidade básica onde faz acompanhamento pré-natal com relato de mal-estar e cefaleia difusa. À verificação da pressão arterial, a enfermeira constatou, em duas medidas com intervalo de 20 minutos, P.A. = 160 x 110 mmHg. A paciente não tem histórico de hipertensão anterior. O quadro se configura como emergência obstétrica, podendo ser classificado como:
pré-eclâmpsia, porque não há relato de dor epigástrica, náuseas e vômitos.
eclâmpsia, devido à presença de elevação da pressão arterial associada à cefaleia.
síndrome de HELLP, pelo aumento da pressão e relato de mal-estar.
crise hipertensiva, devido a aumento abrupto nos níveis pressóricos basais e pressão arterial igual a 160 x 110 mmHg.
hipertensão gestacional ou transitória, que tende a desaparecer ao final da gestação.