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No Brasil, as doenças que envolvem o sistema cardíaco e circulatório são as principais causas de morte. A hipertensão aparece como precipitante destas doenças, ou como fator complicador de outras afecções. Assinale a alternativa incorreta sobre urgências e emergências hipertensivas.
A crise hipertensiva é dividida em urgência e emergência hipertensivas. Nas urgências hipertensivas, os aumentos da pressão arterial não estão associados a lesões imediatas dos órgãos nobres do organismo, porém há risco de afetá-los. Sendo assim, não apresentam risco iminente de morte.
As emergências hipertensivas são situações muito graves, que necessitam de intervenção e assistência hospitalar imediatas, sob risco de complicações importantes, inclusive o óbito. Nessas emergências, além da elevação da pressão arterial, já há acometimento de olhos, pulmões, coração ou cérebro, podendo os danos ser irreversíveis.
São complicações associadas à hipertensão arterial em urgências hipertensivas: Insuficiência coronária, Insuficiência cardíaca, Aneurisma de aorta, Acidente vascular encefálico não complicado, Epistaxes severas, Hipertensão grave em fase final de gestação, Traumatismo craniano, Hemorragias cirúrgicas (vasculares, videolaparoscópicas ou endoscópicas etc.).
São complicações associadas à hipertensão arterial em emergências hipertensivas: complicações agudas cerebrovasculares, Encefalopatia hipertensiva, Hemorragia intracerebral, Hemorragia subaracnoidea, Acidente vascular encefálico com transformação hemorrágica ou em uso de trombolíticos e Dissecção aórtica aguda.