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Uma das complicações no pós-operatório é a infecção do sítio cirúrgico (ISC), levando ao aumento do tempo de internação, dos custos dos cuidados e do risco de complicações posteriores. Sobre esse aspecto, é INCORRETO afirmar:
Múltiplos fatores colocam o paciente em risco de infecção da ferida, um deles é a classificação dessa ferida. As feridas, de acordo com seu grau de contaminação, são classificadas em limpas, potencialmente contaminadas, contaminadas e infectadas.
As infecções do sítio cirúrgico são classificadas em superficial e profunda, sendo que as infecções profundas envolvem qualquer parte do sítio anatômico (órgãos, espaços ou cavidades).
São considerados alguns riscos para a ISC, relacionados ao paciente: idade, diabetes mellitus, estado nutricional, tabagismo, infecções a distância e duração da internação pré-operatória.
Como medida de prevenção para a ISC, recomendam-se o preparo adequado da pele, o uso de material esterilizado, a paramentação cirúrgica da equipe e a profilaxia antimicrobiana.
Os sinais e sintomas da infecção da ferida compreendem a elevação da temperatura corporal do paciente, inchação, calor, dor ou secreção na ferida. Os sinais locais podem estar ausentes quando a infecção é profunda.