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De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (2015), portadores de infarto agudo do miocárdio com supra do segmento ST podem apresentar hipoxemia, geralmente decorrente do acúmulo de líquido intersticial ou alveolar pulmonar e também de alterações da relação ventilação-perfusão. Ao considerar as diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia para o alívio da hipoxemia, da dor e da ansiedade, é recomendado o uso de:
oxigenoterapia de rotina em pacientes com congestão pulmonar ou saturação de oxigênio menor do que 94%.
morfina por via oral, preferencialmente, para alívio da dor intensa e refratária, podendo ser repetida em intervalos de 5 a 15 minutos.
diazepam de rotina para reduzir os efeitos da ansiedade, da pressão arterial, da frequência cardíaca ou da dor torácica.
anti-inflamatórios não hormonais, que atuem como inibidores seletivos da cicloxigenase 2 por reduzirem o risco de reinfarto.
betabloqueadores, por via oral, em todos os pacientes com infarto agudo do miocárdio, independentemente da frequência cardíaca menor do que 60 batimentos por minutos.