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A Política Nacional de Humanização aposta que alguns modos de organizar os processos de trabalho em saúde facilitam o enfrentamento dos problemas e potencializam a produção de saídas criativas e singulares em cada contexto. Para um resultado positivo, é imprescindível a criação de vínculos entre usuários, famílias e comunidade com a equipe local de saúde e com alguns profissionais que lhe sirvam de apoio e de referência técnica. Várias estratégias podem ser adotadas pela equipe de atenção básica para favorecer a construção de vínculos, responsabilização e resolutividade. NÃO é uma dessas estratégias:
Estimular e possibilitar que a equipe conheça, discuta e avalie os diversos relatórios com os dados produzidos, periodicamente, para que estes gerem informação útil no sentido de apoiar o planejamento, o monitoramento e a avaliação, compartilhando-os com a população.
Destacar as pessoas que merecem atenção especial, definidas a partir do risco/vulnerabilidade.
Qualificar a atenção a partir de um projeto terapêutico para cada situação.
Identificar pessoas em situação de transtorno ou adoecimento em função de discriminação de gênero, orientação/identidade sexual, cor/ etnia ou estigma de certas patologias e tratá-las de forma inexorável.
Garantir o cuidado aos grupos de pessoas com maior vulnerabilidade em função de agravo ou condição de vida, para os quais já existem programas estruturados.