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Uma das atribuições da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar é o controle sobre a disseminação de infecção cruzada nesse ambiente. Existem quatro diferentes métodos de isolamento hospitalar e são os agentes infecciosos confirmados ou suspeitos que os definem. Sobre as precauções, é correto afirmar que:
a precaução padrão deve ser seguida para todos os pacientes, independentemente da suspeita de infecções.
a precaução de contato tem indicação para pacientes colonizados por microrganismos multirresistentes, restritos à pele: varíola, herpes zoster, impetigo e tecidos moles não contidos no curativo.
a precaução para gotículas está indicada para pacientes com suspeita de meningites bacterianas, coqueluches, difteria, caxumba, rubéola, etc. Os profissionais devem utilizar máscaras cirúrgicas, óculos, luvas e avental para entrar no quarto do paciente. O paciente deve permanecer de máscara mesmo internado em quarto privativo.
a precaução por aerossóis está indicada para os casos suspeitos de tuberculose pulmonar, meningites bacterianas, coqueluches, difteria, caxumba, rubéola, etc., devendo profissionais e pacientes permanecerem em uso de máscara PFF2 (N 95) e outros mecanismos de barreira durante todo o atendimento.
todas as precauções, independente da forma de transmissão, devem ser tomadas simultaneamente por todos os profissionais diante de procedimentos que gerem o contato com sangue e/ou secreções corpóreas do paciente.