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Em relação a insuficiência respiratória aguda, é INCORRETO afirmar que:
A ausência de sintomas agudos e a presença de acidose respiratória sugere a cronicidade da insuficiência respiratória.
É definida como uma diminuição na pressão arterial de oxigênio (PaO2) a menos de 60 mmHg (hipoxemia) e uma elevação na pressão arterial de gás carbônico para valores superiores a 50 mm Hg (hipercapnia), com um pH inferior a 7.35.
A detecção de cianose labial e de extremidades só ocorre com níveis de PaO2<30mmHg (ou até mesmo <10mmHg, dependendo do observador), não sendo, portanto, um achado precoce.
A insuficiência respiratória crônica é definida como a deterioração da função da troca gasosa do pulmão que se desenvolveu insidiosamente ou que tem persistido por um longo período após um episódio de insuficiência respiratória aguda.
Pode ser definida como a incapacidade do sistema respiratório em desempenhar sua principal função, ou seja, promover adequadamente a oxigenação do sangue arterial e a eliminação do gás carbônico.