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A coleta de hemocultura

Para responder as questões de números 39 e 40, considere o relato a seguir.


Ao avaliar S.B., 63 anos, sexo feminino, submetida à cirurgia abdominal de grande porte, internada em unidade de terapia intensiva há quatro dias, portando, entre outros itens, acesso venoso periférico para administração de medicamentos, sonda vesical de demora e sonda nasoenteral para administração da dieta, o enfermeiro constatou que a paciente apresentava delirium, temperatura = 37,9 ºC; frequência cardíaca = 94 batimentos/minuto; frequência respiratória = 28 movimentos/minuto, pressão arterial = 84 x 48 mmHg e redução do débito urinário (0,4 mL/kg/h). Face a essa situação, acionou o médico responsável, que, após avaliação, suspeitando se tratar de um quadro de sepse relacionado à pneumonia/insuficiência respiratória, determinou a coleta de material para a realização de exames, entre eles os do kit sepse e prescreveu o início de antibioticoterapia, entre outras ações terapêuticas.

A coleta de hemocultura


A

está dispensada uma vez identificado o foco suspeito de infecção que deu origem ao quadro de sepse.


B

em dois pares de amostras obtidas de sítios diferentes, torna desnecessária a coleta de material de outros sítios relacionados ao foco suspeito de infecção.


C

está dispensada em pacientes acometidos de pneumonia.


D

deve ser realizada em dois pares obtidos de sítios diferentes, antes da administração da primeira dose de antibióticos.


E

deve ser realizada, antes da administração da primeira dose de antibióticos, por meio de duas amostras obtidas de acesso venoso periférico ou central, desde que instalados a menos de 48 horas.