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De acordo com Brunner e Suddarth (2014), os agentes quimioterápicos antineoplásicos podem ser classificados por seu potencial para lesionar o tecido mole quando acidentalmente infiltram a partir de uma veia. Assim, de acordo com os autores, é correto afirmar que:
quando há suspeita de extravasamento, a administração do medicamento é reduzida.
a via de acesso para administração de agentes vesicantes deve ser a periférica, preferencialmente nas veias da mão ou punho.
na ocorrência de extravasamento de quimioterápico vesicante, pode ser feita tentativa de aspirar qualquer medicamento remanescente, a partir do sítio do extravasamento, através da agulha existente.
os cateteres centrais inseridos por via periférica (PICC) devem ser evitados para administração frequente ou prolongada dos vesicantes antineoplásicos.
a extensão plena do dano tecidual leva poucas semanas para ficar evidente.