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O aleitamento materno pode melhorar a qualidade de vida das famílias, uma vez que as crianças amamentadas adoecem menos, necessitam de menos atendimento médico, hospitalizações e medicamentos, o que pode implicar menos faltas ao trabalho dos pais, bem como menos gastos e situações estressantes.
Sobre o aleitamento materno, é correto afirmar:
A concentração de gordura no leite aumenta no decorrer de uma mamada. Assim, o leite do final da mamada (chamado leite posterior) é mais rico em energia (calorias) e sacia melhor a criança, daí a importância de a criança esvaziar bem a mama.
É contraindicado que ainda na sala de parto, nos primeiros minutos das primeiras horas de vida, aconteça a primeira ida ao seio materno devido ao maior risco de asfixia neonatal.
O leite nos primeiros dias pós-parto, entre 3 a 5 dias, é chamado de leite maduro.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam aleitamento materno exclusivo por 4 meses e complementado até os dois anos ou mais.
O leite de mães de recém-nascidos prematuros é igual, em termos de composição, comparando-se ao de mães de bebês a termo.