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No que se refere às urgências e emergências psiquiátricas, os profissionais de saúde das equipes devem estar qualificados e possuir conhecimentos teóricos e didáticos que embasem as suas abordagens. Uma estratégia para assimilar o conhecimento pode ser discutir casos. O que se espera é que os profissionais estejam preparados para uma intervenção rápida, se necessário, durante uma emergência comportamental visando impedir a progressão da violência, manter o máximo de segurança para a equipe, paciente e terceiros, mediante intervenções menos invasivas e coercivas possíveis. O manejo atitudinal e verbal realizado por um grupo de profissionais pode demonstrar ao paciente que a equipe está preparada para auxiliá-lo a controlar-se, conter a sua destrutividade e manter a segurança dele e das pessoas próximas. Assim, essa ação em equipe pode ser suficiente para impedir a progressão da violência, dispensando outros tipos de intervenções.
Diante do exposto, a seguir, assinale a alternativa que contém apenas ações CORRETAS sobre o manejo de pessoas em risco de manifestação de comportamento agressivo ou violento decorrente de transtorno mental.
Realizar o manejo verbal e o manejo atitudinal para amenizar a agressividade e agitação do paciente; evitar ao máximo o diálogo com o paciente; dispensar o uso de linguagem simples, clara e concreta; elevar o tom de voz com o paciente, se necessário.
Estabelecer, ocasionalmente, limites e contratos, de maneira respeitosa; priorizar o diálogo objetivo e direto (ou disputas) com o paciente; estimular expressão física de sentimentos; desfocalizar o assunto sobre o paciente; auxiliar o paciente a confrontar a realidade.
Assegurar ao paciente que pretende ajudá-lo; informar que o paciente pode evidenciar os próprios impulsos; na conduta profissional, é importante ceder a testes, desafios e manipulações do paciente; fazer promessas; emitir opiniões pessoais; evitar falar a verdade; explicar as condutas terapêuticas.
Manter postura vigilante e em prontidão para a ação; evitar movimentos bruscos; respeitar o espaço físico do paciente; evitar confronto direto; estar atento à linguagem não verbal; afastar fatores avaliados como estressores ou desestabilizadores.
Executar a contenção; informar à família e ao paciente que a contenção é o principal recurso para o controle do comportamento e redução do risco de violência e danos; esclarecer que outras opções não são efetivas, pois a contenção se trata de uma técnica que, embora pouco disseminada, é terapêutica.