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O rastreamento para sífilis deve ser oferecido a toda gestante durante o pré-natal. Em relação à sífilis na gestação é CORRETO afirmar:
A infecção do feto depende do estágio da doença na gestante, isto é, quanto mais recente for a infecção materna, maior será o risco de comprometimento fetal.
Os testes sorológicos dividem-se em dois tipos: treponêmicos e não treponêmicos. Os testes treponêmicos mais utilizados são o VDRL (Veneral Disease Research Laboratory) e o RPR (Rapid Plasm Reagin).
Os testes não treponêmicos detectam a presença de anticorpos Anti-Treponema Pallidum e são específicos e qualitativos, confirmando a infecção.
Nos casos de sífilis primária e secundária, os títulos devem declinar em torno de 4 vezes em 6 meses e 8 vezes em 1 ano.
Na fase secundária, o diagnóstico clínico é dado pela identificação do cancro duro, que pode estar localizado internamente na vagina e no colo uterino e não ser percebido pela mulher.