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Um dos objetivos elencados no Manual Cirurgias Seguras Salvam Vidas é: “a equipe usará de maneira sistemática, métodos conhecidos para minimizar o risco de infecção do sítio cirúrgico” (OMS, 2009, p. 87). Sobre a classificação pré-operatória da ferida dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, é CORRETO:
Feridas limpas são aquelas nas quais os tratos respiratório, alimentar, genital ou urinário são penetrados sob condições controladas e sem contaminação incomum. Especificamente, cirurgias envolvendo o trato biliar, apêndice, vagina e orofaringe são incluídas nesta categoria, contanto que nenhuma evidência de infecção ou de quebra importante na técnica seja encontrada.
Feridas limpas-contaminadas são aquelas nas quais os tratos respiratório, alimentar, genital ou urinário são penetrados sob condições controladas e sem contaminação incomum. Especificamente, cirurgias envolvendo o trato biliar, apêndice, vagina e orofaringe são incluídas nesta categoria, contanto que nenhuma evidência de infecção ou de quebra importante na técnica seja encontrada.
Feridas contaminadas são aquelas que incluem feridas traumáticas antigas com tecido desvitalizado ou aprisionado e as que envolvem infecção clínica existente ou vísceras perfuradas. Essa definição sugere que os microrganismos causadores de infecção pós-operatória estavam presentes no campo operatório antes da cirurgia.
Feridas Sujas ou Infectadas são aquelas que incluem feridas abertas, recentes, acidentais. Além disso, cirurgias com quebras importantes na técnica estéril (p.ex. massagem cardíaca aberta) ou exposição grosseira do trato gastrointestinal e incisões nas quais inflamação aguda, não purulenta seja encontrada são incluídas nesta categoria.