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Sobre o uso de Terapia Antirretroviral como profilaxia da transmissão vertical do HIV no parto, é correto afirmar que:
O AZT injetável é indicado para a prevenção de transmissão vertical e deve ser administrado durante o início do trabalho de parto, ou até 3 (três) horas antes da cesariana eletiva, até o clampeamento do cordão umbilical.
Para as mulheres já em TARV, os ARV devem ser suspensos durante o trabalho de parto ou no dia da cesárea programada.
É imprescindível o uso do AZT profilático Endovenoso (EV) naquelas gestantes que apresentam carga viral CV-HIV indetectável após 34 semanas de gestação, ainda que estejam em TARV com boa adesão.
A parturiente somente deve receber AZT EV após o clampeamento do cordão umbilical.
O esquema AZT via Oral (VO) é recomendável pela absorção adequada, mantendo nível sérico oportuno e deve ser de 300mg VO, no começo do trabalho de parto ou na admissão, seguida de 300mg a cada três horas, até o clampeamento do cordão umbilical.