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Decisões de como rastrear, quem rastrear e quando rastrear o câncer do colo do útero e suas lesões precursoras são complexas e requerem uma análise balanceada e cuidadosa das suas vantagens e desvantagens, como também dos custos decorrentes dessas ações. O enfermeiro deve estar capacitado para atender a população geral, mas também identificar qual a melhor conduta a ser realizada com populações específicas. Acerca da coleta do exame citopatológico em populações que se encontram em situações especiais é correto afirmar:
Gestantes não possuem o mesmo risco que não gestantes de apresentarem câncer do colo do útero, por isso, não deve ser realizado a coleta endocervical durante o exame citopatológico para evitar os riscos de abortamento.
Mulheres histerectomizadas por lesão precursora ou câncer do colo do útero deverão ser acompanhadas de acordo com a lesão tratada.
O rastreamento citológico em mulheres menopausadas pode levar a resultados falso-negativos causados pela atrofia secundária ao hipoestrogenismo.
Em mulheres infectadas pelo HIV, lesões precursoras tendem a progredir mais lentamente e a recorrer mais frequentemente do que em mulheres não infectadas pelo HIV.
Mulheres sem história de atividade sexual devem ser submetidas ao rastreamento do câncer do colo do útero apenas após os 25 anos de idade.