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Um paciente cujo resultado do teste de Covid-19 deu positivo teve agravamento dos sintomas respiratórios no sétimo dia do aparecimento da doença. Apresentou alterações radiológicas (infiltrados, opacidades bilaterais, atelectasia e comprometimento da oxigenação, caracterizando um quadro crítico de Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (SARA). Para melhor assistência desse doente, na unidade de terapia intensiva, é de suma importância o conhecimento do enfermeiro a respeito dos tipos de SARA, que se dividem em SARA leve, moderada e grave, em que
Sara leve: 200mmhg < PaO2/FiO2 ≤ 300mmhg, Sara Moderada: 100mmhg < PaO2/FiO2 ≤ 200mmhg, Sara grave: PaO2/FiO2 ≤ 100 mmHg.
Sara leve: 300mmhg < PaO2/FiO2 ≤ 400mmhg, Sara Moderada: 200mmhg < PaO2/FiO2 ≤ 300mmhg, Sara grave: PaO2/FiO2 ≤ 200 mmHg.
Sara leve: 350mmhg < PaO2/FiO2 < 450mmhg, Sara Moderada: 250mmhg < PaO2/FiO2 ≤ 350mmhg, Sara grave: PaO2/FiO2 ≤ 250 mmHg.
Sara leve: 250mmhg < PaO2/FiO2 ≤ 350mmhg, Sara Moderada: 150mmhg < PaO2/FiO2 ≤ 250mmhg, Sara grave: PaO2/FiO2 ≤ 50 mmHg.