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Segundo o Ministério da Saúde, o profissional de saúde dos hospitais deve avaliar as gestantes e encaminhar e confirmar, ou não, o diagnóstico inicial, assim como estabelecer a conduta necessária para cada caso: internação hospitalar, referência ao pré-natal de alto risco ou contrarreferência para acompanhamento pela atenção básica. São fatores de risco que indicam encaminhamento à urgência/ emergência obstétrica:
Nefropatias graves (como insuficiência renal crônica e em casos de transplantados).
Suspeita de pré-eclâmpsia: pressão arterial > 140/90, medida após um mínimo de 5 minutos de repouso, na posição sentada e dor epigástrica.
Situação familiar insegura e não aceitação da gravidez, principalmente em se tratando de adolescente, e doenças psiquiátricas que necessitam de acompanhamento.
Doenças hematológicas (inclusive doença falciforme e talassemia).
Portadoras de doenças infecciosas como hepatites, toxoplasmose, infecção pelo HIV, sífilis terciária (USG com malformação fetal) e outras DSTs (condiloma).