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Em alojamento conjunto, o enfermeiro da unidade, responsável pelo cuidado do binômio A.F., 35 anos, que possui diagnóstico de diabetes gestacional, e seu RN nascido na presente data, a termo, de 40 semanas e 5 dias, constata, ao realizar controle glicêmico do bebê, glicemia capilar de 43 mg/dL. Frente a esta situação clínica, o enfermeiro deve
encaminhar o bebê para unidade neonatal para monitoramento contínuo, uma vez que o diagnóstico materno pregresso acompanhado do evento adverso da hipoglicemia do RN impede o acompanhamento em alojamento conjunto, solicitar dieta de leite artificial para o bebê e instalar acesso para fluídos venosos.
fazer o diagnóstico de enfermagem de amamentação ineficaz, já que a hipoglicemia indica que o RN não está recebendo a oferta adequada de leite materno, solicitar dieta de leite artificial para o bebê e instalar acesso para fluídos venosos.
fazer o diagnóstico de enfermagem de risco de glicemia instável para o RN, orientar A.F. e acompanhar a amamentação imediatamente, verificar a presença de colostro e auxiliar a posicionar adequadamente o bebê, para pega correta e amamentação eficaz, reavaliar a glicemia e oferta de leite materno ou artificial complementar.
fazer o diagnóstico de enfermagem de amamentação ineficaz, orientar A.F. sobre a importância do complemento com leite artificial ser oferecido no copinho, sem bicos artificiais, reavaliar a glicemia e oferta de leite materno ou artificial complementar.
orientar quanto aos cuidados e benefícios do aleitamento materno por um período mínimo de 20 minutos a cada mamada, orientar A.F. a respeitar os intervalos de amamentação a cada duas horas, para evitar hiperglicemia no RN, situação de risco dado o diagnóstico pregresso de diabetes gestacional.