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Uma mulher teve o resultado da sorologia VDRL reagente no momento do parto de sua segunda filha. Ela fez apenas uma consulta de pré-natal na ocasião da confirmação da gravidez e não retornou para as consultas seguintes. Também não colheu os exames solicitados na ocasião. Considerando que ela seja portadora de sífilis ativa, é correto afirmar que
a recém-nascida, mesmo assintomática no momento do parto, poderá apresentar sinais e sintomas de sífilis congênita tardiamente.
a mulher não precisará mais ser tratada porque os danos que pudessem atingir o feto já ocorreram e são irreversíveis.
somente a mãe deve ser notificada à vigilância epidemiológica, pois a sífilis do recém-nascido é secundária à doença da mãe.
a sífilis da mulher e da recém-nascida constituem síndromes de evolução benigna, com regressão espontânea em até cinco anos.
a amamentação está contraindicada definitivamente, pois o Treponema pallidum, causador da sífilis é transmitido pelo leite materno, mesmo quando não há lesões sifilíticas nas mamas.