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Paciente, 31 anos, gestante, com 22 semanas, diagnosticada com insuficiência importante da valva aórtica, necessita de interveção cirúrgica com urgência. Essa intervenção é recomendada nesse período gestacional? Quais cuidados durante a circulação extracorpórea devem ser preconizados?
A realização da cirurgia no segundo trimestre pode ser indicada, pois o organismo fetal já está completamente formado e a excitabilidade uterina é menor, o que reduz a chance de um parto prematuro ou aborto. Durante a circulação extracorpórea deve-se utilizar o cardiotocógrafo para monitorizar os batimentos cardíacos fetais e as contrações uterinas, manter uma perfusão hipotérmica com fluxo arterial baixo, uma PaO2 materna entre 200 – 300mmHg para tentar prevenir a bradicardia fetal, manter uma pressão arterial média acima de 50mmHg, evitar uma hemodiluição excessiva, hiperglicemia e fazer o uso de diuréticos.
A realização da cirurgia no segundo trimestre não pode ser indicada, pois o organismo fetal não está completamente formado e a excitabilidade uterina é maior, o que aumenta a chance de um parto prematuro ou aborto. O ideal é aguardar e realizar no terceiro trimestre. Durante a circulação extracorpórea, deve-se utilizar o cardiotocógrafo para monitorizar os batimentos cardíacos fetais e as contrações uterinas, manter uma perfusão hipotérmica com fluxo arterial elevado, uma PaO2 materna entre 300 – 400mmHg para tentar prevenir a bradicardia fetal, manter uma pressão arterial média acima de 70mmHg, evitar uma hemodiluição excessiva, hipoglicemia e o uso de diuréticos.
A realização da cirurgia no segundo trimestre pode ser indicada, pois o organismo fetal já está completamente formado e a excitabilidade uterina é menor, o que reduz a chance de um parto prematuro ou aborto. Durante a circulação extracorpórea, deve-se utilizar o cardiotocógrafo para monitorizar os batimentos cardíacos fetais e as contrações uterinas, manter uma perfusão normotérmica com fluxo arterial elevado, uma PaO2 materna entre 300 – 400mmHg para tentar prevenir a bradicardia fetal, manter uma pressão arterial média acima de 70mmHg, evitar uma hemodiluição excessiva, hipoglicemia e o uso de diuréticos.
A realização da cirurgia no segundo trimestre não pode ser indicada, pois o organismo fetal não está completamente formado e a excitabilidade uterina é maior, o que aumenta a chance de um parto prematuro ou aborto. Durante a circulação extracorpórea, deve-se utilizar o cardiotocógrafo para monitorizar os batimentos cardíacos fetais e as contrações uterinas, manter uma perfusão normotérmica com fluxo arterial elevado, uma PaO2 materna entre 300 – 400mmHg para tentar prevenir a bradicardia fetal, manter uma pressão arterial média acima de 70mmHg, evitar uma hemodiluição excessiva, hipoglicemia e o uso de diuréticos.
A realização da cirurgia no segundo trimestre pode ser indicada, pois o organismo fetal já está completamente formado e a excitabilidade uterina é menor, o que reduz a chance de um parto prematuro ou aborto. Durante a circulação extracorpórea, deve-se utilizar o cardiotocógrafo para monitorizar os batimentos cardíacos fetais e as contrações uterinas, manter uma perfusão normotérmica com fluxo arterial baixo, uma PaO2 materna entre 100 – 200mmHg para tentar prevenir a bradicardia fetal, manter uma pressão arterial média acima de 100mmHg, evitar uma hemodiluição excessiva, hiperglicemia e fazer o uso de diuréticos.