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A pancreatite aguda pode variar desde intersticial autolimitada à necrosante. Nela, há ...

A pancreatite aguda pode variar desde intersticial autolimitada à necrosante. Nela, há autodigestão tecidual pelas enzimas proteolíticas, quando ativadas ainda nas células acinares pancreáticas, em vez do lúmen intestinal. Como consequência disso, ocorre uma reação inflamatória local que pode ampliar-se a órgãos distantes (HARRISON, 2018). Sobre esse tema, é correto afirmar que


A

a principal causa mecânica de pancreatite aguda ocorre devido a cálculos biliares saírem da vesícula, percorrerem o ducto cístico, em seguida, irem para o colédoco e migrarem para o ducto pancreático.


B

a enzima pancreática proteolítica com ação endócrina mais abundante é a tripsina, responsável por hidrolisar proteínas à peptídeos de tamanhos diferentes.


C

são queixas do paciente acometido por pancreatite aguda a dor abdominal irradiante para dorso, petequias, náuseas, vômitos e distensão abdominal. O sinal de Cullen e o de Turner são sinais característicos no exame físico de casos mais graves da doença.


D

a avaliação dos sinais vitais deve ser realizada apenas uma vez nas primeiras 24 horas.


E

na pancreatite mais grave, após a melhoria das queixas e do estado geral, opta-se por dieta enteral para reduzir translocação bacteriana, custos e complicações. Em caso de íleo paralítico é indicada a nutrição parenteral, que, apesar de ser mais cara, não oferece risco algum ao paciente.