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Paciente P.J.A, de 22 anos de idade, foi encaminhado, referenciado, da clínica da família para o Hospital do Pará (HP) com sinais e sintomas gripais. A suspeita é contaminação por COVID 19. Ele foi admitido na porta de entrada do referido hospital utilizando máscara modelo PFF2 e com histórico de diabetes melitus e hipertensão arterial sistêmica. O cliente refere dor de cabeça persistente, perda parcial do olfato e falta de ar, necessitando de oxigênio suplementar, em princípio por cateter nasal à 2 L/min; febre < 38ºC. Qual seria a conduta padronizada?
Retirar a máscara N95 do cliente e oferecer a máscara cirúrgica, aplicando a preconização da ANVISA.
o profissional deve paramentar-se com os equipamentos de proteção individual (EPI): máscara cirúrgica e luvas de procedimentos, antes de entrar em contato com o cliente.
o profissional, na sua assistência, utiliza de forma compartilhada, o estetoscópio, o esfigmomanômetro e o termômetro.
orientar os familiares para o uso dos EPI e lavagem das mãos de forma optativa, e sobre o risco de transmissão do patógeno.
atentar para os cuidados, principalmente, relacionados a febre do paciente < 38º.