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Na assistência ao paciente com alterações musculoesqueléticas, para que o enfermeiro fa...

Na assistência ao paciente com alterações musculoesqueléticas, para que o enfermeiro faça um levantamento de demandas de cuidado e estabeleça diagnósticos de enfermagem, é necessária a realização de uma anamnese objetiva e sistemática. Um dos parâmetros a ser avaliado diz respeito à marcha do paciente, cujas causas de alterações e sintomas estão corretamente definidas quando se trata


A

da marcha equina que pode ter por causa o Talipes equinovarus (pé torto), paralisia cerebral, discrepância de comprimento do membro e contração do tendão do calcâneo. O paciente sustenta o peso sobre a borda lateral do pé e a fase de sustentação sobre o membro diminui, com presença de claudicação.


B

da marcha escarvante, causada por doença de Legg-Calve-Perthes, displasia do desenvolvimento do quadril, distrofia muscular, paralisia cerebral hemiplégica e fraqueza do glúteo médio. Nesse tipo de marcha ocorre uma inclinação excessiva do tronco para manter o centro da gravidade sobre o membro de apoio.


C

da marcha artrogênica, geralmente causada por lesão dolorosa ao nível da pelve, quadril, joelho tornozelo ou pé, o paciente apresenta menor comprimento do passo do lado não afetado e diminuição da velocidade da marcha e cadência, ocorrendo um desvio do peso do corpo para evitar o quadril, se este for doloroso.


D

da marcha de Trendelemburg em que a causa, geralmente, se dá por paralisia cerebral, doença de Charcot e paralisia do nervo tibial, ocorrendo elevação dos joelhos além do normal, como forma de compensar e evitar o arrastamento dos pododáctilos contra o solo.


E

do paciente com marcha antálgica que move os joelhos em conjunto, de modo que os membros inferiores possam ser levados à frente apenas com grande esforço, por conta da dor intensa causada por paraplegia espástica.