

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
F.N.S. G08p06a01 deu entrada em uma maternidade em uma maternidade na fase ativa do trabalho de parto. Após 3 horas evoluiu para parto normal sem intercorrências, um RN do sexo feminino com boa vitalidade ao nascer, sem laceração, realizado a dose profilática de ocitocina. A enfermeira ao realizar a avaliação puerperal percebeu que ela apresentava uma perda sanguínea maior que >1000mL. PA = 100 mmHg x 70 mmHg; FR = 29 irpm; FC = 120 bpm; e SatO2 = 97%.
Diante do caso, estamos a frente de uma hemorragia pós-parto. Marque opção CORRETA referente a conduta em frente a complicação apresentada pela puérpera.
Se ocorrer falha do tratamento medicamentoso deve-se tentar o uso de tamponamento intrauterino. Essa é uma tecnologia útil no controle do sangramento uterino em pacientes com traumas no canal de parto.
A avaliação do tônus uterino abdominal pós-parto para a identificação precoce da atonia uterina é recomendada somente para as multíparas na avaliação puerperal.
Deve ser utilizado misoprostol via retal, uma vez que a paciente se encontra em quadro de choque hipovolêmico.
Nesse caso deve-se, recorrer aos derivados de Ergot (Metilergometrina). Está medicação está contraindicado nos casos de hipertensão (pelo risco de acidentes vasculares cerebrais)
Junto com a Ocitocina, no início, do protocolo, deve-se iniciar também o Ácido Tranexâmico, medicamento antifibrinolítico (1 grama a ser infundido em 10 minutos). Isso vale para qualquer tipo de hemorragia, independente da causa.