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Os agentes biológicos apresentam um risco real ou potencial para o homem e para o meio ambiente. Por esta razão, é fundamental montar uma estrutura que adapte a prevenção aos riscos encontrados nas instituições que prestam assistência à saúde. Os agentes biológicos são divididos em quatro classes de risco, com base nos seguintes critérios: a patogenicidade para o homem e animal; a virulência; o modo de transmissão, a endemicidade e a existência ou não de profilaxia e de terapêutica eficazes. Com relação às classes de risco, é CORRETO afirmar que:
A Classe 2 inclui os agentes que nunca foram descritos como causadores de doenças para o homem ou animais e que não constituem risco para o meio ambiente. Possuem baixo risco individual e coletivo.
Os agentes biológicos da Classe 1 são agentes patogênicos altamente infecciosos, que se propagam facilmente, podendo causar a morte. Possuem alto risco individual, assim como para a coletividade.
Os agentes biológicos alocados na Classe de Risco 3 representam risco se disseminados na comunidade e no meio ambiente, podendo se propagar de pessoa a pessoa. Possuem risco individual elevado e risco coletivo baixo.
A Classe 1 alberga agentes biológicos cujo potencial de propagação e de disseminação no meio ambiente é limitado, além de existirem medidas terapêuticas e profiláticas eficazes. Possuem risco individual moderado e risco coletivo limitado.